SDU-CGH-SDU

Galere,

Tô viva! hehe

Sei que não posto ha muito tempo, mass.. Vou voltar a faze-lo frequentemente.

Estou indo passar o fds em SP, ver os amiguinhos velhos, amiguinhos novos do SWU e varias novidades em breve. É um bate-e-volta, segunda a gente trabalha, né.. Haha (:

Tô tomando um cafézinho da manhã gostosinho aqui na sala do Amex, super recomendo, capuccino mara!

Aproveitem o fds e cuidem da Pri! ;P

 

– S.


Ao mesmo tempo que dói…

essa situação ao mesmo tempo que dói, me faz querer viver.

tentar te esquecer ao mesmo tempo que dói, me faz querer não esquecer.

ver nossa bolha estourada ao mesmo tempo que dói, me fez ver a nossa realidade.

te ver sorrir ao mesmo tempo que dói, me faz lembrar que eu já fui o motivo por trás de algum sorriso seu.

te ouvir cantar ao mesmo tempo que dói, me acalma.

gostar de você ao mesmo tempo que dói, me faz sorrir.

– P.


Revolta de uma madrugada turbulenta

Eu juro que não sei porque ainda fico chocada em como as pessoas podem ser tão babacas. Tão sem valor. Tão sem escrúpulos.

A situação em questão não era a melhor dos mundos, eu sei. Eu a provoquei. Mas existe uma coisa chamada educação, “ser profissional”, ser superior.

Eu estava quieta, na minha, segui o protocolo. Por que raios você não poderia ter seguido também? Recalque. Ciúme. Medo. Insegurança. Sei lá.

Não sei quais foram exatamente os seus motivos, mas só me provou o quão imatura você é, o quão besta você é.

Você mexeu com quem estava quieta. A sua sorte é que eu sei me comportar, sei ser superior e sei o quanto vale o que eu colocaria em jogo. Só quero te lembrar que um dia a casa de todo mundo cai.

Eu até tinha um “respeito” por você. Agora não tenho mais. Quero mais é que para você tudo dê errado. Quero ver sim a sua casa cair. Provavelmente quem vai se dar mal nessa serei eu, mas a raiva ainda me consome.

Está sendo engraçado ver você tentar me afundar e não conseguir. Vai partir para uma terceira tentativa? Pode ir. Minhas armas estão prontas assim como minhas defesas. Se eu afundar, você vai junto, meu bem. Ah, vai. Pode apostar.

Pelo menos também me mostrou que eu tenho um puta autocontrole, que sei ficar quieta quando é preciso, sei ficar calada para sair por cima.

Cansei de ser “legal” nessa história toda. Cansei de pensar em você também, mesmo sabendo que não precisaria.

Seu sorrisinho falso não me engana mais. Como eu disse, provavelmente vai sobrar para mim no final, mas essa sua cara de sonsa não me desce mais.

E uma lágrima cai, mas essa é de raiva. E nesse momento, a raiva me alimenta, me dá força.

– P.


Promessas de um ano que passou.

já pode cantar "adeus ano velho..."?

O ministério das promessas informa que você só tem mais 30 dias para cumprir as promessas que fez na virada de 2010 para 2011.

E aí, você cumpriu todas? Quebrou alguma? Se lembra de todas?

Eu com certeza fiz alguma na virada, mas quem disse que eu lembro?!

Não me lembro mesmo e acho que foi melhor assim. Fiz o que deu me na telha sem me prender a promessas, que com certeza seriam quebradas da mesma forma.

Parei para pensar sobre isso agora, e pretendo não fazer nenhuma promessa na virada desse ano. Apenas sorrir, já que dizem que como você passa a virada é como você passará o ano.🙂

2012 será um ano livre, sem correntes, amarras ou promessas. 

– P.


O poder de um olhar

Sabe quantas conversas são trocadas por olhares? Sabe quantos relacionamentos começam por um mero olhar? Sabe quantas pessoas subestimam o poder de um olhar? Alias, eu odeio essas pessoas. Olhar para mim é coisa séria.

Tem aquele olhar que você troca com a sua melhor amiga na hora que não dá para comentar em voz alta e que ela na certa vai entender e rir junto com você. Tem o olhar que você troca com quem te interessa. Tem olhar seguido de uma piscadinha e um sorriso. Tem o olhar que grita “estou triste e preciso de um abraço”, mas também tem aquele “estou pulando de alegria”, e nesse os olhos costumam brilhar e é o mais fácil de reconhecer. Tem aquele olhar trocado no meio de uma multidão e a partir daí nada mais importa. Tem o famoso olhar de “te quero” e o olhar do “te amo”. Tem o olhar de admiração, mas também o de desprezo. Tem olhar que diz tudo, tem olhar que não diz nada. Tem olhar que te faz correr para um abraço, tem olhar que faz você dar as costas e ir embora.

Tem gente que sabe muito bem esconder suas tristezas com um belo sorriso, mas para aqueles que são atentos, os olhos não enganam. Nossos olhos não mentem. Eles só brilham quando querem.

Um olhar diz muita coisa, diz tudo aquilo que não temos coragem de falar em voz alta ou que não podemos.

Da próxima vez não subestime o poder do seu olhar. Olhe. Fale por ele. Se dê essa chance.

– P.


Minha primeira vez com Ivete Sangalo

pensou besteira, né?

Sábado. 26 de novembro de 2011. HSBC Arena.

Eu estava super animada, afinal era meu primeiro show da Ivete. Não sabia as letras das músicas novas, mas estava louca para ver o show do Madison Square Garden.

Eu e minha querida co-autora ficamos no camarote da Quem e fomos super bem recebidas. O lugar era ótimo, dava para ver tudo, e ficar no ar condicionado valeu muito a pena.

Com meia hora de atraso já esperado, o show começou. Que energia! Que presença de palco! Que artista! Que mulher! e que coxas.

Entre muitos gritos, palavrões e gargalhadas, eu me diverti muito.

A pilha dela não acabava. Foram quase 3 horas de show, com o clássico pseudo final e aí ela voltou e rolou mais quase uma hora. Ela lá pulando, cantando, dançando e povo já cansado.

Minha parte favorita foi ela cantando Easy no piano. Essa música na voz dela ficou mais linda ainda (ainda estou caçando um download. Quem tiver, manda aí!)

"easy like a sunday morning..."

Os bailarinos são maravilhosos, assim com a banda. E dos figurinos nem preciso falar, né?

Eu já tinha um senhor respeito por ela, depois do show só aumentou. Ela é uma puta artista. Sabe contagiar seu público, trabalhar ao mesmo tempo todos os cantinhos do palco, as câmeras e fazer o povo gritar. Ela segue o script do show, mas também faz o que der na telha dela, tipo tirar os enormes saltos e descer do palco e ir para o meio da galera. Ela sabe entreter e fazer rir. Normalmente, os intervalos para troca de roupa são bem chatos, mas nem assim o público desanimava.

Ainda estou com sono e por isso fico por aqui.

Beijos.

– P.


A pele que habito

Ontem, embaixo de muita chuva, fui com meu pai assistir o filme A pele que habito.

Estou perturbada até agora. Acho que foi o primeiro filme do Almodóvar que assisti, mas não tenho certeza…

É bem difícil tentar escrever sobre o filme sem revelar muita coisa, mas vamos lá.

O filme é uma montanha russa de emoções, um jogo de personagens e alguns flash backs necessários para contar a história que se passa no ano de 2012.  Ele já começa a fazer você pensar a partir do momento que o personagem do Antonio Banderas quebra as leis da ética e ao longo do filme surgem diversas situações que fazem você refletir sobre o que faria caso se encontrasse num momento daqueles, seja na pele da Vera, interpretada pela Elana Anava, ou do Robert Ledgard, Banderas.

A partir do meio filme, você não sabe mais quem domina a situação. Quem dita as regras e quem as quebra. Quem é o forte e quem é o fraco. Quem é o manipulado e quem é o manipulador.

O filme tem alguns outros personagens, é claro, mas não me importei muito com eles. De fato são importantes para que a história se desenvolva, porém depois que você mergulha no roteiro, apenas Vera e Robert chamam sua atenção. Cada passo deles, cada fala, cada movimento.

Quando acabou o filme, a única coisa que consegui expressar foi um palavrão. Depois, passei a sentir raiva, pena e desprezo por Robert, e pena, compaixão e carinho por Vera. Essa, coitada, não tinha culpa de nada, apenas de cruzar o caminho de um ser como Robert. Alias, nada justifica o que ele fez. Nada.

Antonio e Elana estão excelentes em seus papeis. Ela te faz acreditar em cada palavra de Vera, em cada sentimento. Ele realmente parece não se importar com tudo que seu personagem faz, todos os seu planos e peripécias.

Só me restou uma pergunta na cabeça: até onde vamos por amor, por obsessão?

– P.