A vida que segue…

Depois de uma conversa ontem, resolvi reler minhas agendas de 2008 e 2009 e posso dizer que ri muito, chorei e lembrei-me da menina doce e sem maldade que eu era.

Não pude deixar de pensar nela. Aonde ela foi? Ela ainda existe em mim? O que pensa da eu de hoje? O que ela falaria das pequenas confusões em que me meti? Sentiria orgulho por eu ter enfrentado alguns dos meus medos, por ter decidido viver minhas pequenas aventuras, por ter ido à luta de mim mesma?

Eu era tão boba, acreditava em tudo que me diziam e não via maldade em nada. Tudo era lindo e colorido.

Pois é, cresci. Vivi. Deixei de ser tão boba, passei a duvidar da maioria das coisas me contam e vejo as maldades do mundo. As coisas ainda são lindas e coloridas, mas agora também vejo tons de cinza que antes eu não via.

Se sinto saudades dela? Talvez da sua inocência, de não se preocupar com tantas coisas, mas não quero voltar a ser ela. No mundo de hoje, nas atuais circunstâncias, prefiro a eu de agora, sua malícia e seus olhos bem abertos para não ser passada para trás. 

The little girl you knew, the one who never stood up to you, who kept her silence too long, well, she’s gone with the wind. And now I’m standing my ground. Am who I am and for that that I’m proud.

A vida segue.
Beijos.

– P.😉



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